Anuário APREN 2017

A edição de 2017 do Anuário APREN - um marco no panorama energético nacional, constituindo uma montra do que fazemos em Portugal no setor da produção elétrica a partir de fontes renováveis -  já está disponível (apenas para associados).

 

Esta publicação pretende mostrar o que se passou em Portugal no setor da eletricidade renovável em 2016 e principalmente expor a todos os intervenientes do setor o universo APREN, o qual abrange 93 % da potência renovável instalada, conferindo a esta publicação um retrato muito fiel do setor.

 

O princípio norteador do setor elétrico passou a ser o Acordo de Paris, já assinado por muitos países, com o objetivo de combater as alterações climáticas. O aumento da eficiência energética e a descarbonização progressiva da sociedade, leva forçosamente ao aumento das fontes renováveis na produção de eletricidade. Esta meta ganha ainda mais importância quando se está a assistir à crescente eletrificação do consumo de energia nomeadamente no aquecimento e nos transportes, sendo de realçar que neste último caso há uma quadruplicação da eficiência global face ao uso de meios convencionais.

 

O capítulo inicial expõe os principais dados e indicadores macroeconómicos do setor da eletricidade em Portugal, dando maior destaque à componente renovável. Também se inclui a evolução que tem tido a nossa dependência energética do exterior. Espera-se que as tabelas e gráficos incluídos na publicação facilitem a compreensão da importância crescente que o setor tem na economia de Portugal.

 

Nesta edição são apresentadas 5 centrais a biomassa totalizando 209 MW, uma central de ondas de 0,3 MW, 236 centrais eólicas com 5 063 MW, 44 grandes centrais hídricas totalizando 5 794 MW, 98 pequenas centrais hídricas representando 369 MW, 19 centrais solares fotovoltaicas num total de 88 MW e 2 centrais geotérmicas com 29 MW. Estes dados correspondem a um total de 404 centrais renováveis com uma potência de 11 552 MW.

 

A representatividade global de 93 % é setorialmente, distribuída por uma quota de 96% da potência em centrais eólicas, 99 % das centrais hídricas, 30% do solar fotovoltaico, 29% da biomassa, 100% das centrais geotérmicas e 45% das ondas.