Helexia

Espaço Associado

Luís Pinho, Diretor Geral

A Helexia tem tido um crescimento notável em Portugal, que culmina agora com a inauguração de novas instalações. Qual é o segredo do vosso sucesso?
            
Sim, é verdade, estamos a verificar um bom crescimento, mas não será necessariamente um segredo que o alimenta, diria que depende antes daquilo que é a alma do nosso negócio e que é a nossa abordagem integradora e complementar de serviços energéticos para uma transição energética - Responsável e Sustentável. E também na nossa forma de ajudarmos os nossos parceiros neste percurso de transição, sem que tenham ónus financeiros, de recursos humanos, entre outros... 
 
Que tipo de serviços fornecem?

 

A nossa oferta divide-se em três segmentos: produção descentralizada de energia de fonte renovável, eficiência energética e gestão de energia. Estes três paralelos, no limite, convergem no conceito mais abrangente de Eficiência Energética. Compreendem, por um lado, a produção própria de energia de fonte renovável, e por outro, toda a gama de serviços - desde auditorias e certificações energéticas à implementação de medidas que permitam melhorar o seu ratio de consumo de energia por unidade produzida. 
 
Quais as vantagens de ser vosso cliente?
 
A maior e mais importante vantagem do cliente é terem-nos como parceiros ao seu lado. Acompanhamos todos os processos de energia, desde produção, monitorização e supervisão de consumos a implementação de medidas de melhoria, sem investimento nem impacto no seu balanço nem na capacidade de se focar e financiar a sua atividade.
 
Quais são os vossos objetivos para o futuro?
                     
O objetivo é manter o nosso crescimento. Queremos duplicar a nossa capacidade e potência instalada de produção de energia a cada dois anos e queremos também ser o parceiro de referência para o sector da indústria, serviços e retalho na nossa gama de serviços. 
 
Qual a vossa opinião acerca do estado atual do setor fotovoltaico no nosso país e que previsões fazem para os próximos anos?
 
O sector está vivo, depois de um período difícil no seguimento da intervenção da “troika” que levou ao cancelamento das políticas existentes à altura, como os subsídios à produção de energia. Passámos, pois, de um modelo subsidiado e que gerava ónus a todos os contribuintes, para um modelo e regulação de Auto-Consumo, sem qualquer tipo de subsídios e que se baseia em preços de mercado. 


Do ponto de vista da regulação para Auto-Consumo, consideramos que está bem desenhada e equilibrada, e que serve, aliás, de referência a outros países. Sim, fazemos boas coisas em Portugal! Para os próximos anos estimamos um crescimento acelerado da penetração de energia de fonte fotovoltaica no mix energético Nacional e que irá contribuir seguramente para, por uma lado, a redução da dependência da energia de fontes poluentes (carvão, gás, nuclear…) e por outro, a longo prazo, levar a uma redução dos custos de energia aos consumidores finais. A Helexia quer contribuir para isso. 
 
O que vos levou a tornarem-se associados da APREN?
      
É importante para a Helexia fazer parte de uma associação como a APREN. Que aborda a temática da energia de forma séria e descomplexada, sem medo de tocar e abordar os temas e assuntos que devem ser discutidos. Fator importante para que, enquanto País, possamos construir uma verdadeira plataforma e mix energético que dê resposta às necessidades de desenvolvimento, sem colocar a Sustentabilidade em causa. Parabéns pelo vosso trabalho.

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